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Acesse documentos e boletins que mostram a luta pela preservação ambiental em Ilhéus – o caso das maritacas

No dia sete de julho foi iniciada a retirada de amendoeiras da Avenida Soares Lopes, no centro de Ilhéus, sob a justificativa de que as árvores atrapalhavam o trânsito da cidade e são uma espécie exótica, e que seriam substituídas por espécies nativas no futuro. Nestas árvores, no entanto, abrigavam-se entre outros animais nativos, aves da espécie Eupsittula aurea, conhecidas popularmente por diversos nomes como maritaca, periquito-rei, e jandaia-estrela (Leia o texto da bióloga Selene S. C. Nogueira).

Com a retirada, centenas de aves voaram a esmo, dirigindo-se para locais inapropriados, como sacadas de apartamentos e fios de poste, levando muitas a morte. Grande comoção foi causada e um coletivo da sociedade civil se reuniu por tomar as devidas providencias. Mais de 12 mil pessoas já assinaram a petição online que faz diversas solicitações a administração municipal (assine aqui http://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT101508).

Uma representação foi elaborada pela ilheense radicada em Genebra, Marta Serafim e foi apresentada pelo Instituto Nossa Ilhéus e pelo Grupo Amigos da Praia, enquanto integrantes do Movimento Preserva Ilhéus, formado por diversas instituições como IFV, IESB, Instituto Marola, Rede Circular, Ecoleve, Ilhéus Sustentável dentre outros, além de pessoas físicas com destaque para a ativa participação de professores especialistas da UESC e UFSB..

Confira a tramitação deste processo por meio dos documentos abaixo:

Boletins #PreservaIlhéus

21 de julho de 2020

20 de julho de 2020

17 de julho de 2020

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