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Ilhéus pode ganhar acervo sobre cacau e chocolate para o ‘Museu da Capitania’

O esperado Museu da Capitania, a ser instalado do Palácio Paranaguá; a necessidade de ter um espaço de memória que celebre o cacau e o chocolate; e a importância desse espaço para a comemoração dos 500 anos da Capitania de São Jorge dos Ilhéus, em 2034, foram temas abordados no encontro desta quarta-feira (23), no salão nobre do Palácio.

Reunindo representantes do poder público e da sociedade civil, foi apresentado o projeto do Museu ao chocolatier francês, Christopher Puyodebat, que dispõe de um acervo para doação que remonta ao cacau e ao chocolate. Na França já existem dois museus para este fim. Será muito oportuno que o acervo venha e seja bem mantido em nossa cidade.

Além das apresentações sobre história da Vila de São Jorge dos Ilhéus e do Palácio Paranaguá pelo vice-prefeito, José Nazal, e dos secretários municipais de Turismo e Esporte de Ilhéus, Alcides Kruschewsky, e de Cultura, Pawlo Cidade (sobre a estrutura do Museu), a presidente do Instituto Nossa Ilhéus, Maria do Socorro Mendonça, foi convidada a mostrar o projeto vencedor do concurso de arquitetura e urbanismo, VivaACidade, do estudante Rafael Lamary.

Em 2017, esta proposta venceu o certame sobre intervenção para requalificação do perímetro que abarca o Palácio, a fim de conferir mais mobilidade e acessibilidade. “O Museu da Capitania fará com que os ilheenses se sintam honrados em saber que as pessoas vêm para conhecer a cidade sede da Capitania”, reforçou, referindo-se a todos os municípios hoje existentes em área geográfica do que foi a “Capitania de São Jorge dos Ilhéos”, inclusive o Distrito Federal.

 

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