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FICAS, Instituto Fonte e Move Social promovem roda de conversa na Semana do Investimento Social

No último dia 29 de março, em São Paulo, cerca de 20 representantes de organizações da sociedade civil, institutos, empresários e profissionais autônomos participaram da roda de conversa “Avaliação e Agenda Política: como dar mais voz a sua organização?”, promovida em parceria pelo FICAS, Instituto Fonte e Move Social.

“A avaliação é uma das grandes áreas de avaliação da Move e temos bastante interesse em estar em diversos espaços justamente para produzir novos sentidos para o processo avaliativo. Poder fazer essa discussão com organizações que atuam na ponta, de garantia de direitos, politicamente faz muita diferença”, afirma Walquíria Tiburcio, pesquisadora de educação da Move Social. “Realizar a roda em conjunto com outras organizações é sempre bom, produz mais aprendizado. Quando se pensa numa proposta coletiva, também é se posicionar”, completa.

Com uma metodologia lúdico-pedagógica, a roda utilizou um jogo de tabuleiro como disparador do diálogo sobre a relação entre avaliação, aprendizagem e agendas políticas organizacionais. O encontro integrou a programação oficial da Semana do Investimento Social, organizada pela 9ª edição do Congresso GIFE, realizado na capital paulista de 30 de março a 1º de abril.

Veja a opinião de quem participou:

“A abordagem sobre avaliação foi bem abrangente, mais até do que eu estava esperando. Além de ampliar meu repertório, me deixou bastante instigado, me motivou, pois percebi que ainda preciso dar atenção para diversos aspectos que não estava olhando. Minha organização fica no sul da Bahia e, às vezes, sinto um certo isolamento, uma necessidade de conhecer outras instituições que trabalham com avaliação. No encontro de hoje, a troca entre os participantes foi muito rica! Me senti acolhido, fazendo parte de um movimento, da construção de uma rede”.
Gabriel Siqueira, do Instituto Nossa Ilhéus de Ilhéus (BA)

“Eu acredito que o processo de avaliação é fundamental, não só para corrigir a rota ou mostrar a transparência, mas também para fortalecer o que a gente tem como estratégia na organização. No papel de investidor, temos a oportunidade de empoderar as instituições que apoiamos. Muito do que eu busquei hoje foi aprender com os outros participantes para poder levar para minha fundação e também para trabalhar com as organizações selecionadas em nossos editais. Achei a metodologia muito legal! O jogo foi muito bem direcionado e construtivo. Fez a gente refletir e também se colocar no lugar dos outro”.
Perla Steirensis, da Fundação Cargill de São Paulo (SP)

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